O tão falado SEGREDO em prática...

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Re: O tão falado SEGREDO em prática...

Mensagem por Palavra de Condão em Seg Mar 10, 2008 1:00 pm

É verdade, o Segredo é um bom livro a ser lido e interiorizado!

Mas como o Universo é pequeno!

O SEGREDO na prática é também o denominado "Sistema do Corpo e do Espelho"...

ou seja,

desde que acreditemos de coração e com fé numa coisa, ela realiza-se,

desde que o "karma" assim nos permita, óbvio!

Idea O Segredo = A força do Pensamento = Pensamento

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O tão falado SEGREDO em prática...

Mensagem por Palavra de Condão em Seg Mar 10, 2008 12:54 pm

Cura e Transformação

Todo o sintoma tem uma certa maneira de ser com o qual é associado.
Para libertar o sintoma, a pessoa tem de libertar a maneira de ser associada com ele.
Pois, o processo de cura implica um processo de transformação
Tudo pode ser curado.

Um ou Dois Meses de Vida

Quando eu tive cancro terminal em 1975, Foi-me dito que eu tinha uma dois meses de vida e que o fim podia chegar de repente, a qualquer momento, se eu tossisse ou espira-se. Eu fui encarado com a possibilidade que cada dia era possivelmente o meu ultimo dia, cada hora a ultima hora, e eu reconheci que qualquer que fosse o tempo limite que me restava, eu queria ser feliz.

Viver um compromisso não me fazia qualquer significado. Uma vez que cada refeição era possivelmente a minha ultima, eu queria comer o que eu tinha apetite por, o que quer que fosse que o meu corpo estivesse a pedir. Não me fazia qualquer sentido comer comida que eu não gostava, só porque outra pessoa pensa-se que fosse saudável para mim. As sua intenções amorosas eram reconhecidas, mas eu sabia que não era a minha maneira de ser. O meu caminho para ser saudável tinha que incluir o sentido de apreciação em tudo o que fazia, e que eu tinha que ser verdadeiro para comigo mesmo, ser real. Eu tinha que acreditar no processo de recuperação.

Reprieve!

Depois, foi-me sugerido que o cancro era o resultado de um processo que tinha andado a acontecer na minha consciência, e de que eu podia usar a minha consciência para me livrar dele. A minha consciência tinha sido o efeito de programação, da mesma forma que um computador produz os resultados são os efeitos de como foram programados Eu podia reprogramar a minha consciência.

Foi me apresentada a ideia que as nossas percepções criam a nossa realidade, e eu realizei que tinha de reprogramar a minha consciência para criar a percepção de que estava bem. Eu não estava preparado para uma viragem tão violenta, da percepção que estava com uma doença terminal, mas realizei que podia mais facilmente criar a percepção que eu estava a melhorar cada vez mais, até de facto estar bem. Eu tinha tido a percepção que eu estava num estado de deterioração, que estava a chagar cada vez mais perto da morrer, e eu sabia que se eu queira ter o resultado final de que eu estava bem, eu tinha que mudar de estar cada vez pior para estar cada vez melhor. Eu também sabia que a vira volta podia acontecer a qualquer momento. Era uma questão de afinar um interruptor na minha mente, e insistir em reconhecer que já tinha sido mudado. Eu decidi que se o momento de mudança podia ser a qualquer momento, então que esse momento fosse agora.

A Mudança

Eu senti uma movimentação na minha consciência, e nesse momento sabia que estava num estado de melhoramento. Eu também sabia da importância de manter a integridade dessa decisão a partir desse momento. Eu sabia que todas as minhas percepções tinham de reforçar a ideia de que agora eu estava a ficar melhor e melhor. Por exemplo, eu podia me relembrar á medida que comia qualquer tipo de comida que eu queria, que era exactamente o que o meu corpo necessitava para acelerar o processo de cura.
Sensações físicas que sentia como choques eléctricos no meu corpo, que antes reforçava a ideia que o tumor estava a crescer, agora eu tinha que percepcionar como evidência que o tumor estava a diminuir. A minha mente procurou e procurou muitas maneiras para saber que o melhoramento estava a acontecer.

Eu sabia que tinha que estar longe daquelas pessoas que insistiam em ver-me com uma doença terminal, não de qualquer tipo de falta de amor, mas apenas para eu manter a minha atitude positiva em relação ao processo de cura. Eu tinha que estar com pessoas que tinham vontade de me encorajar nesta tarefa quase impossível que eu me tinha proposto. Quando me perguntavam como eu estava, eu insistia em responder, “melhor e melhor” e ver de como isso era realmente verdade.

Eu sabia que era vital manter o programa positivo, e pôr-me num estado de relaxamento e falar positivamente a mim próprio durante quinze minutos, três vezes ao dia e que fazia parte do processo do programa e que eu de nenhuma forma deveria interferir com. Havia tentações para não fazer as relaxações, e eu fazia recordar-me que a minha vida estava em jogo. Nesse momento qualquer tipo de tentação era alguma coisa que se punha entre mim e a minha vida e que esta tinha de ser removida para que eu pudesse viver.

Mantendo a Percepção

Ao princípio foi muito dificil. Eu descobri que a integridade do momento era facilmente comprometido pelos meus pensamentos ou palavras, reconhecendo apenas a ideia que eu estava a melhorar, e que eu tinha de ser honesto comigo próprio, ver isso, e depois saber que eu tinha “estragado tudo”. Depois, Eu podia dizer-me que o que tinha acabado de acontecer tinha apenas sido um treino e que o momento real de mudança era agora. Ficou cada vez mais fácil. Eu era capaz de manter a integridade do momento por algumas horas ao princípio, depois um dia, depois dois, e depois estava sólido. Eu sabia que o programa estava a funcionar, Eu conseguia identificar a voz interior a duvidar, e saber que isso não representava a verdade. Eu era capaz de a identificar com a voz encorajadora. Tornou-se a minha guia, trazendo-me ao estado de saúde estável. Eu cada vez mais capaz de manter apenas algo singular como direcção que me mostrava que mudanças positivas estavam a acontecer. Quando eu não estava a sentir um sintoma , Eu disse-me que talvez agora eu se calhar nunca mais iria sentir o sintoma outra vez. Se eu vivência-se o sintoma depois disso, eu disse-me que o processo ainda não tinha ainda sido completo e de que de facto estava a sentir o sintoma menos intensa que antes. Eu tinha que saber que mudanças positivas estavam acontecer agora, talvez já na passagem para se notar, assim podia ansiosamente antecipar evidências para justificar as minhas percepções. Com naturalidade, sempre fui capaz de encontrar alguma coisa e assim assegurar-me que não era apenas uma coisa que estava a imaginar, mas real e mais força era adicionada ao processo.

O Programa

Durante os meus períodos de relaxamento, eu imaginava ver o tumor que tinha sido colocado na minha espinha dorsal no pescoço, e imaginava estar a ver uma camada de células cancerosas a morrer, e a serem libertas, a serem descartadas pelo o sistema eliminatório. Eu sabia que a mudança talvez ainda não se nota-se, ainda era definitivo. Eu sabia que cada vez que libertá-se os resíduos do meu corpo, as células mortas estavam a ser eliminadas e eu relembrava-me disso cada vez. Eu insistia em saber que era verdade.

Eu sabia que o cancro representava algo contido e não expresso, e uma vez que o tumor estava na base do meu chakra da garganta (centro de energia), eu tinha andando a conter a expressão do meu Ser. Uma vez que eu estava bastante seguro do que isso significava, mesmo que, eu tivesse decidido que era imperativo que eu expressa-se tudo. Todos os pensamentos, sentimentos, o que quer que fosse que estivesse na minha consciência que quisesse vir cá para fora, Eu expressava, sabendo que era vital para a minha saúde. Antes, eu tinha a percepção que expressar levava-me á discordância, mas agora eu vi-a que aquilo que eu estava a expressar era apreciado por aqueles à minha volta, que expressar e comunicar levavam à harmonia. Antes Eu tinha a crença que se eu expressa-se o que eu realmente queria alguma coisa mal aconteceria. Eu tive que reprogramar para a crença, caso eu expressasse o que eu realmente queria, uma coisa maravilhosa aconteceria. Eu tomei uma decisão e assim foi.

Eu descobri que cada vez menos tinha coisas em comum com os meu antigos amigos. Era como se tivéssemos partilhado uma frequência em comum antes, diremos 547 ciclos, o que quer que isso queira dizer e de repente encontrei-me a 872 ciclos, tendo poucas coisas para comunicar com as pessoas de frequência de 547. Eu tinha de fazer novos amigos que também eram da frequência 872, para ter alguém com quem falar.

Eu sentia-me atraído á multidão de frequência 872 e eles a mim, como se eu tivesse ficado selectivo magneticamente, e que certos elementos da minha realidade estavam a ser libertos que já não estavam de acordo com o novo Ser que eu me estava a tornar. Eu sabia que o processo era inevitável e que não podia ser interrompido. Eu criei um sentido de compaixão e de compreensão naquela altura. Eu sabia que a minha vida dependia da libertação de todos os elementos que não iam de acordo com a minha nova vibração. O processo era simples, mas nem sempre fácil.

Eu iniciava cada dia como um processo de auto-conhecimento, sem nenhuma ideia preconcebida de quem eu era, mas sim com vontade de descobrir o Ser emergente com o sentido de satisfação com cada nova descoberta.

Eu imaginava o que seria o cenário no consultório do meu medico depois de me trabalhar estivesse terminado, Eu via-o a examinar-me e a não encontrar algum tumor, sentindo-se intrigado. Ele talvez diga, “Talvez tenhamos cometido um erro” Eu passava o cenário todos os dias durante os períodos de relaxamento. Eu tinha ouvido que dentro da tecnologia da programação mental, se eu falasse comigo mesmo três vezes ao dia por quinze minutes, dentro de 66 dias, eu poderia fazer-me crer em qualquer coisa, e o que quer que eu acreditasse ser verdade seria verdade.

Após dois meses de trabalhar em mim próprio, eu fui ao medico para ser examinado que tinha-me dito que eu estava com uma doença terminal. No caminho para o medico, Eu sabia que tinha de manter a percepção de que tudo estava bem. Eu repassei a cena na minha mente, sabendo que se passaria dessa forma.
Finalmente tinha chegado o momento da verdade. O médico examinou-me e não encontrou nada. Ele disse, “ Talvez tenhamos cometido um erro” Eu ri-me todo o caminho para casa.

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